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quinta-feira

Vitaminas que aumentam o seu vigor!

Trabalho, estudo, academia, filhos... São tantas coisas para fazer que a preguiça e o cansaço acabam batendo, e tudo o que a gente quer muitas vezes é poder ficar na cama sem fazer nada. Mas aí o dever chama e a cama sempre tem que esperar mais um pouco. Por isso trouxemos aqui algumas dicas muito simples e úteis: as vitaminas que podem ajudar na sua disposição. E o melhor de tudo é que elas são fáceis de encontrar em qualquer supermercado.
Para aumentar a disposição, procure as vitaminas do complexo B e ácido graxo ômega 3. Os especialistas explicam que esses são nutrientes que influenciam diretamente no ânimo, pois participam do desenvolvimento do sistema nervoso e facilitam a ação dos neurotransmissores, como a dopamina e a serotonina.

Onde encontrar?
Os alimentos ricos em vitaminas do complexo B são os cereais, o leite e seus derivados, ovos, verduras de folhas verdes, frutas, carne vermelha, vísceras e levedura de cerveja. Já os ácidos graxos ômega 3 podem ser encontrados nos peixes de água fria, sementes, óleos de linhaça e canola, cereais e vegetais de folhas verdes.

Para potencializar o efeito

A vitamina C e as do Complexo B são hidrossolúveis, ou seja, dissolvem-se na água. Então, para aproveitar ao máximo os benefícios destes alimentos, prefira o cozimento com pouca água ou no vapor. Você pode, também, aproveitar a água do cozimento no preparo de outros pratos. Procure utilizar as verduras em saladas cruas e na forma de sucos. Você pode misturar folhas com frutas de sua preferência, fica uma delícia!

Quanto ingerir?

Cada vitamina tem sua quantidade específica a ser ingerida e pode ser flexível conforme o indivíduo, mas, em geral, 100 g de carne já suprem as necessidades diárias da maioria delas. Com uma alimentação balanceada, ou seja, com a reeducação alimentar, já temos todos os nutrientes indicados.

Não exagere

O segredo de tudo é a moderação. As vitaminas do complexo B não contêm toxicidade, mas há aquelas que, em excesso, podem prejudicar a saúde gradativamente, como a do tipo A, que pode causar dores abdominais, vômitos e diarreia.

segunda-feira

UMA DIETA COM RESTRIÇÃO TOTAL DE CARBOIDRATOS FUNCIONA?

MITO – Uma dieta com restrição de carboidratos deixa de fornecer o combustível principal para o corpo gerar energia. A forma de defesa do organismo para compensar a falta do alimento é retirar esta energia de suas reservas (glicogênio do músculo e do fígado). É verdade que a perda de glicogênio muscular, pode levar a uma perda de água, e conseqüentemente perda de peso, mesmo em curto espaço de tempo, mas no retorno à dieta normal ou habitual, o músculo se recupera e o peso aumenta.
E a gordura nesta história? Em curto prazo, continua intacta, no mesmo lugar. O fator mais prejudicial decorrente da retirada total dos carboidratos da dieta é a adaptação inicial, que ocasiona hipoglicemia. A queda do açúcar no sangue diminui as funções cerebrais ocasionando moleza, sonolência, perda de memória, perda do poder de concentração e muita dor de cabeça. Em alguns casos, desmaios com risco de acidentes. O excesso de carboidratos aumenta a gordura corporal rapidamente, mas a retirada total é muito prejudicial.

quinta-feira

Potencializando os efeitos dos exercícios através da nutrição

Dieta para corredor: nutricionista dá dicas para potencializar os efeitos do exercício e aponta os erros alimentares mais frequentes entre os atletas




Correr é a última moda entre quem está buscando um exercício para deixar de vez o sedentarismo de lado. Mas será que todos esses atletas em potencial sabem como e o que comer para alcançar os tão sonhados objetivos – perder peso, aumentar a performance etc.? No livro “A Dieta do Corredor”, a nutricionista esportiva Suzana Bonumá dá dicas que ajudam a montar uma dieta específica para cada atleta e cada meta, além de apontar os principais erros alimentares que o esportista comete.



Entre eles, os principais são treinar em jejum (principalmente quem faz atividade física pela manhã), não fornecer alimento suficiente ao corpo assim que o exercício termina e o jogo da compensação – quando achamos que temos direito a comer mais em determinados momentos, já que essas calorias serão queimadas assim que dermos uma corridinha. “Em qualquer uma dessas situações, o atleta está fazendo o caminho inverso ao que seria ideal para conseguir os objetivos pretendidos pelo treino”, diz a nutricionista.



Segundo ela, o correto é alimentar-se bem antes e logo em seguida ao fim do exercício. “Antes de treinar é fundamental comer uma porção de carboidrato, até e inclusive para quem quer perder peso, pois essa ingestão de energia vai ajudar o corpo a queimar ainda mais gordura”, explica. Logo em seguida ao término da atividade, quando o organismo está ávido por nutrientes, o certo é combinar porções de carboidratos a proteínas e vitaminas, que podem aparecer em forma de frutas. “Se não houver essa reposição, os músculos podem acabar virando fonte desses nutrientes e aí adeus massa magra”.



Quem está começando a malhar agora e quer perder peso, melhorar cada vez mais a performance durante o treino ou ganhar massa magra pode seguir as seguintes recomendações, de acordo com Suzana:



Perder peso



Aqui, por mais que a ideia seja reduzir a ingestão de carboidratos, isso não pode ser feito nem no pré e nem no pós-treino. O correto é que essa redução seja feita à medida que você for se afastando do horário da atividade física. Carboidratos antes ajudam a acelerar a queima de gordura e depois, combinados a proteínas, a repor a energia gasta e a manter a massa magra.



Melhorar a performance Para melhorar o ritmo do treino é preciso consumir carboidrato também durante o exercício. Isso pode ser feito por meio de géis de carboidrato com vitamina do complexo B, que ajuda o corpo a gastar energia, ou de porções de frutas secas. É importante repor também os eletrólitos, o que pode ser feito com isotônicos. Ganhar massa magra: É preciso aliar o exercício aeróbico à prática de musculação e aumentar a ingestão de calorias. O cuidado para que o corpo não fique mais de três horas em jejum tem de ser redobrado justamente para não haver perda de massa magra, uma vez que ela pode ser usada como fonte de energia, e, em alguns casos, é preciso repor carboidrato também durante os treinos. E para quem ainda não se exercita, mas quer seguir uma dieta saudável mesmo assim, as principais dicas de Suzana são: consumir vitaminas e minerais de maneira equilibrada ao longo do dia, hidratar-se com frequência, com pelo menos 1 litro d’água por dia (o restante de líquidos pode ser composto de sucos, chás, vitaminas com água), e comer a cada três horas, pois isso mantém o metabolismo acelerado e não deixa que a fome desperte de maneira voraz.

sábado

Treinamentos em jejum

A prática da atividade física é um desafio para alguns. Para outros é uma forma de prazer e de bem-estar. Há aqueles ainda que escolhem algum esporte com o intuito de melhorar a saúde e emagrecer. Este tipo de exercício, que visa o emagrecimento, merece, porém, cuidados diversos, especialmente para que a massa magra seja preservada.

Não é raro encontrarmos pessoas que treinam em jejum, com o intuito de elevar a queima de gordura. Durante o jejum, de fato, a gordura é disponibilizada para a queima e fornecimento de energia. Porém, o que muita gente não sabe, é que este processo é limitado. Assim, a partir de um certo momento (o que depende da modalidade, intensidade e tempo da atividade), o organismo começa a queimar massa magra com a finalidade de fornecimento de energia para a atividade.

Somado a isto, durante o jejum, há uma redução da glicose sanguínea o que faz com que o organismo entenda que há uma deficiência de carboidrato e se previna, poupando a retirada de glicose do sangue pelos tecidos. Este processo, repetidamente, pode fazer com que a glicemia fique elevada, aumentando o risco de diabetes.

O jejum também tem outros riscos, como o de aumentar o acúmulo de gordura, já que, recebendo alimento poucas vezes ao dia, o organismo estoca energia para os momentos de fome. Comer com mais frequência mantém o metabolismo funcionando adequadamente, evitando que o organismo acumule nutrientes em forma de gordura, o que contribui para a manutenção da boa forma.

Durante a atividade, o impacto da ausência de alimentos é ainda pior. Falta de disposição, desânimo, visão turva, cansaço são sintomas que podem aparecer e prejudicar a atividade.

Por todos estes motivos, a prática de um esporte em jejum é contra-indicada. A melhor opção é mesmo fazer uma refeição cerca de 30 a 40 minutos antes de iniciar o seu exercício. A composição desta refeição deve ser planejada de acordo com o seu hábito alimentar, com seu peso e com as características da modalidade esportiva praticada. Além disto, dependendo do tempo da atividade e do esporte que você escolher, pode ser preciso algum tipo de bebida ou de alimentos durante o
exercício.

fonte: O2

quarta-feira

Refrigerante diet ou comum?

Para os viciados em refrigerante, deixar de tomar o refrigerante comum e passar a beber o diet parece a melhor solução, já que a versão diet não apresenta calorias e açúcar, porém, infelizmente essa não é uma boa saída, pois este ser tão prejudicial quanto o comum. Lembrando que em casos específicos, como a diabetes, por exemplo, a melhor escolha é sempre a versão diet.


O refrigerante é composto por: açúcar ou adoçante no caso do diet, água gaseificada, extrato de noz de cola ou suco de laranja ou de limão ou extrato vegetal de guaraná, cafeína, corante, acidulante, conservantes, aroma natural ou artificial, entre outros.

A diferença do diet para o normal é o açúcar, que é isento. De acordo com um estudo publicado no Journal of the American Heart Association, as pessoas que bebem a versão diet tem o mesmo risco de doenças cardíacas, como pressão alta e diabetes, obesidade infantil e outras, do que as que bebem refrigerantes comuns todo dia.

Os pesquisadores relataram várias teorias para explicar os resultados encontrados, como por exemplo o de que o consumo de bebidas doces possa proporcionar um desejo por alimentos mais doces, ou que beber mais durante uma refeição possa levar a um consumo maior de alimentos sólidos na refeição seguinte, enfim várias possibilidades, porém deixou clara a importância de realizar outros estudos para confirmar essa teoria.

Mas uma informação que não podemos contestar é que a quantidade de sódio é maior no refrigerante diet, e este mineral em excesso pode ocasionar a retenção de líquidos, inchaço, e dessa forma prejudicar o emagrecimento.

Como vocês podem observar, quem deseja adquirir bons hábitos alimentares ou mesmo emagrecer não deve consumir refrigerante diet ou comum em excesso. Prefira água ou suco de fruta natural.

E para você que não consegue ficar sem o refrigerante, procure mudar este hábito, a frequência eventualmente é a ideal. Comece diminuindo aos poucos, 3x por semana, 2x por semana, só no fim de semana e assim por diante. Sua saúde agradece!

fonte: terra.com.br

quinta-feira

Índice Glicêmico é um aliado na dieta

Controlar o consumo de carboidratos reeduca a alimentação e ajuda a perder peso

Hábito e obrigação para os diabéticos, o controle do Índice Glicêmico (IG) também pode ser incorporado à rotina de quem deseja manter ou perder peso. O método propõe o controle na ingestão de carboidratos.

Miriam Nogueira Martinez, nutricionista do Hospital São Luiz de São Paulo, explica que todo carboidrato tem capacidade de elevar a glicemia do organismo. Alguns, porém, têm efeitos maiores e, conseqüentemente, são mais danosos para quem deseja perder medidas.

Segundo a especialista, quanto mais doce e menos integral for o alimento, maior será seu índice glicêmico. Ela alerta que essa variação depende muito do tipo do carboidrato. O índice de referência universal usado pelos nutricionistas é o pão branco, que é comparado à própria glicose, e tem o nível 100.

Quando o índice é alto, como o caso do pãozinho (100) ou do chocolate (em média 70), o organismo reage com uma resposta exagerada por conta do excesso de glicose no sangue, pontua a especialista. A absorção é mais rápida e provoca, rapidamente, uma quebra brusca da glicose, responsável por gerar a sensação de fome pouco tempo após a refeição. Essa reação não ocorre com os alimentos de baixo ou médio nível. O índice funciona com um regulador: ajuda a controlar o apetite e a evitar a fome precoce.

“Devemos considerar o índice como um farol. O vermelho representa os alimentos mais doces, com alto valor na tabela. O amarelo é um alerta, pois corresponde aos alimentos com um nível que vai de 56 a 69, e o verde são aqueles que tem um índice abaixo de 55.”

O sinal verde, porém, não é um aval para o consumo deliberado. Antonio Cláudio Duarte, médico e professor da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e Membro da Câmara Técnica de Nutrologia do Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro (CREMERJ), explica que muitos alimentos extremamente gordurosos possuem um baixo valor glicêmico.

“Existem alimentos que são ricos em gordura, mas têm um baixo índice. O amendoim está entre o nível médio e baixo, mas tem muita gordura, o que eleva a caloria da dieta. A melancia, em contrapartida, possui 103 de índice. Ela não precisa ser banida, mas deve ser consumida com moderação.”

Para os especialistas, conhecer o método e saber substituir os alimentos é fundamental. Eles alertam, porém, que as tabelas ainda não são baseadas na alimentação do brasileiro, a referência é internacional.

“É importante procurar ajuda de um nutricionista porque as fontes não trabalham com a realidade da comida do nosso Pais”, diz Miriam.

Resultados e indicação
Conhecer o índice glicêmico dos alimentos e basear a alimentação nesse método requer disciplina, mas não tem contra-indicação. Os resultados, segundo os médicos, são positivos e rapidamente visíveis. “Essa dieta reeduca o paciente. Ingerir comidas mais ricas em vitaminas, minerais, fibras e menos calóricas ativa o metabolismo."

Segundo a nutricionista do Hospital São Luiz, o intestino funciona melhor, e isso se reflete na saúde da pele e do cabelo. Nas primeiras semanas, a perda de peso é mais acelerada, depois o corpo responde com menor intensidade. "O controle do indice não precisa ser feito apenas para quem deseja perder peso, é ideal para aqueles que buscam uma alimentação saudável."

fonte: IG

segunda-feira

Descubra o que está por trás das comidas diet e light

Você quer emagrecer ou manter a forma e, para isso, enche os armários da cozinha e a geladeira de produtos diet e light? Segundo a nutróloga Elisa Cattapan, da Montenegro Cirurgia Plástica, essa prática pode trazer uma série de riscos para a saúde. “A comida industrializada, de modo geral, leva muita química em sua composição. Por isso, é importante ler atentamente as embalagens, a fim de evitar as substâncias mais perigosas”, afirma ela.


Pedimos para Elisa Cattapan listar os principais problemas dos alimentos diet e light.

Sódio – Os produtos light costumam ter altas concentrações de sódio. “Em geral, os produtos light têm mais sal. Quando você tira o açúcar, precisa acrescentar sal para equilibrar a mistura, e o excesso desse ingrediente é prejudicial ao organismo”, explica Elisa.

Aspartame – Usado para substituir o açúcar, tem em sua composição ácido aspártico, fenilalanina e metanol. As duas primeiras substâncias podem provocar lesões cerebrais e inibir a produção de serotonina, enquanto o metanol, depois de ingerido, é convertido em elementos tóxicos que afetam o funcionamento do cérebro. “O açúcar invertido é menos nocivo, mas também faz mal. Uma opção mais saudável seria usar mel para adoçar os alimentos servidos para adultos”, diz Elisa.
Glutamato monossódico – É usado para temperar carnes e saladas, aparece bastante na comida chinesa e está presente na maioria das comidas industrializadas, como sopas de pacote, refeições congeladas e biscoitos. Sua função é realçar o sabor do alimento ou disfarçar o gosto metálico da comida enlatada, por exemplo. “Na verdade, ele é um tremendo vilão, que pode causar hiperatividade em crianças, crises de asma e dores de cabeça, entre outros problemas”, conta Elisa. “O melhor jeito de evitá-lo é dar preferência a alimentos frescos, preparados em casa”, acrescenta ela.

Embutidos – Todos os embutidos congelados, como a salsicha, têm uma grande quantidade de substâncias químicas, como nitrosamina e metilcelulose. “A nitrosamina, por exemplo, tem um grande potencial cancerígeno”, afirma Elisa.

Integrais – O consumo de alimentos integrais deve ser feito com moderação. “Tudo que é integral é bom, mas tem limite. O excesso de elementos integrais na dieta atrapalha a absorção de ácido fólico e pode causar distúrbios digestivos, entre outros problemas”, alerta Elisa.

Flavorizantes e corantes – São as substâncias químicas usadas para dar sabor e cor aos alimentos, respectivamente. Podem causar alergias e câncer.

fonte: globo.com

quarta-feira

Carboidrato seria o pior inimigo do coração

Desde a década de 70, a maioria das autoridades de saúde e cardiologistas colocou a gordura no corredor da morte, mas agora a pressão para perdoá-la tem crescido por parte de cientistas.


Um roteiro clássico de filme policial tem o promotor, o prefeito e a imprensa convencidos de que identificaram o assassino, e só falta tirar o culpado de circulação. Porém, um detetive solitário, geralmente atormentado por seus próprios demônios, pensa que eles têm o homem errado e o verdadeiro assassino está solto pronto para atacar novamente. Este é o cenário que se desenrola há décadas na caça para pegar o alimento responsável pela epidemia de doenças cardíacas, obesidade e diabetes.
Desde a década de 70, a maioria das autoridades de saúde e cardiologistas colocou a gordura no corredor da morte, mas agora a pressão para perdoá-la tem crescido por parte de cientistas.

Em vez das gorduras, pesquisadores renomados têm indicado os carboidratos, particularmente os refinados e o açúcar, para o banco dos réus. Há vários estudos, que remontam aos anos 60, que não encontraram ligação com corte de gordura na dieta e redução do risco de doença cardíaca, embora alguns apontem isso.

A última testemunha de defesa é uma grande análise, publicada em março que diz: "Não há qualquer evidência significativa para concluir que a gordura saturada está associada a um risco aumentado de doenças cardiovasculares". E se trata de uma investigação séria, publicada na "Revista Americana de Nutrição Clínica", envolvendo 21 estudos e quase 350 mil pacientes.

Além do mais, autores afirmam que a substituição de gordura saturada por mais carboidratos faz com que todos os fatores de risco para infarto e diabetes piorem. - Isto é impressionante - diz Dariush Mozaffarian, da Escola de Medicina de Harvard. -

É o que temos feito há anos. Praticamente todos os alimentos de baixo teor de gordura dos supermercados levam adição de açúcar para torná-los mais palatáveis.

Médicos recomendam gordura de óleos vegetais

Investigação do próprio Mozaffarian sugere que os óleos vegetais poli-insaturados ômega 6, como o de grão de soja, podem reduzir o risco de infarto. Parte do processo de acusação contra a gordura saturada é que ela aumenta os níveis de colesterol total. No entanto, esta idéia "não é baseada em dados", diz Meir Stampfer, professor de nutrição e epidemiologia na Escola de Saúde Pública de Harvard. O ponto é que, apesar de elevar os níveis de colesterol ruim, o LDL, a gordura também aumenta a taxa da fração boa, o HDL.
O dossiê acusando o açúcar de ser uma ameaça muito mais grave à saúde do que as gorduras já está bastante robusto. E mais uma evidência apareceu no mês passado num grande estudo com 6 mil adultos, confirmando que a adição de açúcar aos alimentos processados ou preparados não é boa coisa. O efeito disso, curiosamente, não havia sido estudado. Médicos da Universidade de Emory descobriram que a adição de açúcar afetava dois marcadores de risco de doença cardíaca: eleva os triglicerídeos e reduz o HDL.

E mais dois estudos no mês passado reforçam a relação entre o consumo de carboidratos refinados e a maior chance de problema no coração. Um deles constatou que mulheres que comiam mais pão branco, croissants e bolos corriam perigo. Estes são alimentos de alto teor glicêmico, ou seja, carboidratos facilmente absorvidos e que rapidamente elevam a glicose. A outra pesquisa relacionou o uso de adoçante de frutose a um aumento na pressão arterial dos homens.

Mas qual é exatamente a forma de agir dos carboidratos? Segundo o cientista Michael Shechter, da Universidade de Tel Aviv e pioneiro no estudo do que acontece nos vasos, alimentos de alto teor glicêmico causam grande estresse na camada interna das artérias.

- Isso talvez explique, pela primeira vez, por que os carboidratos de alto teor glicêmico afetam a progressão de doença cardíaca - afirma Shechter, cujo estudo foi publicado na revista da Academia Americana de Cardiologia. Os promotores no caso reconhecem que existem gorduras boas e ruins. E dizem que já recomendam óleos extraídos de vegetais e peixes. O problema é que as autoridades têm sido lentas em reconhecer os malefícios dos carboidratos, diz Charles Clarke, membro do Colégio Real de Cirurgiões de Edimburgo.

fonte: globo.com

segunda-feira

Nutricionista da Seleção dá dicas para quem faz exercícios

Nutricionista da Seleção Brasileira e do Clube de Regatas do Flamengo, Silvia Ferreira conhece bem a dieta de um atleta profissional. Mas será que a alimentação de quem pratica exercícios com regularidade, sem fazer disso um meio de vida, precisa ser muito diferente? Segundo ela, não. “A necessidade calórica diária de um profissional é maior porque a carga de treino é mais intensa. Mas, de modo geral, quem faz uma atividade física regular deve seguir uma dieta equilibrada, comendo em intervalos regulares”, diz Silvia, que ainda está montando o cardápio dos jogadores que irão para a Copa do Mundo na África do Sul.


Antes de fazer qualquer exercício, Silvia recomenda comer alguma coisa leve, como uma barra de cereal, um pote de iogurte ou uma fruta. “Quem pratica atividade física pela manhã, por exemplo, não pode sair de casa em jejum. O corpo precisa de uma reserva de glicogênio para queimar. Quando ela não existe, a pessoa começa a perder a chamada massa magra, que é composta de músculos, em vez da gordura”, explica a nutricionista.

Fazer lanches entre as refeições também é aconselhável. Mas é preciso ter cuidado para não exagerar na comida e se exercitar logo depois. “O café da manhã de quem acorda e vai para a academia, por exemplo, pode ser composto de suco, uma proteína magra, como queijo branco, carboidratos como pão e uma fruta. Os que frequentam a academia na hora do almoço devem comer alguma coisa por volta das 10h ou 11h, enquanto os que fazem isso de noite precisam lanchar no meio da tarde”, ensina Silvia. “A banana é ótima para ser comida entre as refeições porque tem potássio e ajuda a evitar cãibras”, complementa ela.

A dieta de um atleta precisa ser rica em carboidratos, como arroz, batata e macarrão, mas também tem que ter proteínas, fibras e lipídios. Álcool e doces até são permitidos, mas sem exageros. “Não pode comer chocolate todos os dias ou passar da conta na bebida, mas uma barra de doce de vez em quando e duas taças de vinho ou duas tulipas de chope por semana não chegam a prejudicar”, afirma Silvia. Já suplementos alimentares como os de proteínas não são vistos com bons olhos pela nutricionista. “Tomar suplementos sem orientação médica e sem necessidade pode causar problemas como sobrecarga nos rins”, alerta ela.

fonte: globo.com

domingo

Alimentos que dão saciedade favorecem a dieta

Eles impedem as famosas beliscadas e o descontrole diante de guloseimas
Alimentar-se a cada três horas, uma das regras de ouro do emagrecimento saudável, não só garante o bom funcionamento do metabolismo (essencial para queimar gordurinhas) como ajuda a evitar exageros à mesa. Mas se a sensação de fome aparece nesse intervalo, obrigando-a a beliscar uma bolachinha ali e um doce acolá, é sinal de que está na hora de abastecer o prato com alimentos que causem saciedade sem colocar a dieta em risco. Saiba quem são seus aliados nesse desafio!

Ovo:
De acordo com Fernanda Furmankiewicz, nutricionista da academia Cia Athletica, unidade Kansas, na capital paulista, o ovo é uma excelente pedida para enganar a fome, já que apresenta taxas elevadas de proteína, nutriente que demora mais para ser metabolizado pelo organismo.

Quando precisar fazer um lanche rápido no almoço ou jantar, pode consumi-lo com pão integral, combinação ideal para deixá-la satisfeita. “Só não vale incluir carne, outra fonte de proteína”, alerta Ana Paula de Souza, nutricionista da Clínica de Nutrição Santé, de Maringá (PR).

Oleaginosas

Nozes, castanhas e avelãs fazem parte desse grupo, bastante conhecido por carregar boas doses de gorduras mono e poliinsaturadas, consideradas saudáveis para o organismo. “Como elas também são digeridas de forma mais lenta, ajudam a prolongar a sensação de saciedade”, revela Fernanda. Para tirar proveito dessa propriedade, procure consumir cerca de três sementes meia hora antes do almoço.

Frutas

Elas são carregadas de fibras, outro composto que retarda a digestão. “Além disso, as frutas possuem uma enzima que inibe o metabolismo do carboidrato. Por isso, aumentam o tempo da sensação de saciedade”, lembra a profissional paulista.

Segundo Ana Paula, a banana nanica é uma ótima escolha, principalmente para ser consumida no lanche da manhã – por volta das 10 horas –, pois impede abusos no almoço. “Sem contar que ela evita a ansiedade, já que é rica em triptofano, um aminoácido que melhora a produção de serotonina, responsável pela sensação de prazer”, completa a nutricionista.

Vegetais folhosos

“Eles são ricos em fibras e se misturam a outros alimentos dentro do estômago, proporcionando saciedade. Dessa forma, reduzem a fome até a próxima refeição”, explica Maribel Melos, nutricionista funcional de Porto Alegre (RS). Bons representantes desse grupo: alface, rúcula, couve, repolho, espinafre e agrião.
Leite desnatado

Isento de gordura e rico em proteína, esse tipo de leite pode ser misturado a sucos e batido com frutas para proporcionar maior satisfação, impedindo ataques à geladeira. Para a nutricionista da clínica Santé, ele é indicado principalmente à noite, algumas horas após o jantar, quando bate muita vontade de beliscar.

Queijo

Assim como o leite e o ovo, o queijo é considerado uma fonte exemplar de proteína. Dessa forma, também funciona como um freio para barrar a fome fora de hora. “Prefira o tipo branco ao amarelo, pois a quantidade de gorduras é menor”, ensina Fernanda, nutricionista da Cia Athletica.

Quem aproveita para dar outra dica é Ana Paula, profissional paranaense: “Se passar três horas após o jantar e ainda estiver acordada, coma uma fatia de queijo branco. Para dar sabor, pode temperá-lo com azeite e orégano”.
Grãos e cereais integrais
Maribel conta que substituir itens refinados pelos integrais é uma boa para ficar saciada por mais tempo. Isso porque eles contêm muitas fibras, que fazem volume no estômago e ainda retardam a liberação de glicose no sangue – quando isso acontece, a fome demora mais a aparecer.
A analista de meio ambiente Érica Camargo, 33 anos, conta que aposta na aveia para segurar a compulsão alimentar: “Sinto que ela prolonga o efeito de satisfação. Por isso, gosto de colocá-la em vitaminas, mingais e salpicada em saladas de frutas”. Outras boas fontes de cereais são o arroz, trigo, centeio, entre outros.
No caso dos grãos, como se não bastasse a presença marcante de fibras, alguns ainda ostentam níveis elevados de proteína, como o feijão, a lentilha e a soja, contribuindo bastante para desacelerar a digestão.

sexta-feira

Tabela com calorias das bebidas alcoólicas

Olá Galera, sexta feira chegou e com ele o final de semana, onde estamos mais propensos a deslizar na dieta e consumirmos alimentos e bebidas que não fazem parte do nosso dia-dia. Pensando nisso trago-lhes uma tabela com as quantidades de calorias encontradas nas bebidas alcoólicas para que possamos analisar e pensar bem antes de exagerar na dose literalmente.



SE DIRIGIR NÃO BEBA, SE BEBER NÃO DIRIJA E AUMENTE SEU TREINO PARA COMPENSAR AS CALORIAS EXTRAS INGERIDAS!!!




fonte: Universidade Federal do Rio de Janeiro

terça-feira

Colesterol

O colesterol, popularmente chamado de gordura do sangue, é uma substância gordurosa, esbranquiçada e sem odor. Não existe nos vegetais, apenas no organismo dos animais. Em pequenas quantidades, é necessário para algumas funções do organismo; em excesso, causa problemas.

Muitos fatores podem contribuir para o aumento do colesterol, como tendências genéticas ou hereditárias, obesidade e atividade física reduzida, porém, um dos fatores mais comuns é uma má dieta. A dieta rica em colesterol inclui grandes quantidades de alimentos de origem animal: óleos, leite não-desnatado e ovos. As gorduras, sobretudo as saturadas, contribuem para o problema do colesterol elevado.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia, os níveis ideais de colesterol no sangue devem ser:

• Colesterol Total - abaixo de 200mg/dL de sangue;
• Bom Colesterol (HDL) - acima de 35mg/dL de sangue;
• Mau Colesterol (LDL)-abaixo de 130mg/dL de sangue.

Há alimentos que ajudam a reduzir as taxas de colesterol no sangue, assim como também existem os que devem ser evitados. Para isso, preste atenção nas duas listas abaixo:
Alimentos ricos em colesterol:

• Bacon

• Chantilly

• Ovas de peixes

• Biscoitos amanteigados

• Doces cremosos

• Peles de aves

• Camarão

• Queijos amarelos

• Carnes vermelhas "gordas”

• Gema de ovos• Sorvetes cremosos

• Creme de leite

• Vísceras

Alimentos que ajudam a reduzir o colesterol:

• Aipo

• Bagaço da laranja

• Ameixa preta

• Couve-flor

• Mamão

• Amora

• Damasco

• Mandioca

• Azeite de oliva
• Pão integral
• Aveia

• Farelo de aveia

• Pêra

• Cenoura

• Farelo de trigo

• Pêssego

• Cereais integrais

• Feijão

• Quiabo

• Cevada

• Figo

• Vegetais folhosos

Pronto, você já sabe o que é o colesterol e como evitá-lo. Na próxima vez que for fazer suas compras, opte por alimentos que ajudem a diminuir o colesterol e pense duas vezes antes de faltar à academia. Seu corpo agradece duplamente!

VAMOS COM TUDO E CONTE COMIGO !!!

quinta-feira

Cuidados com as Dietas Milagrosas



Muitas vezes a palavra dieta tem uma conotação negativa na vida das pessoas. Ela normalmente está associada a sentimentos de fome e de privação, e talvez seja por isso, que a maioria das pessoas que entram num processo de emagrecimento ganha em pouco tempo todo o peso que perderam. A maioria delas não funciona porque prometem muito, mas, na verdade, podem resolver pouco.


São as chamadas dietas milagrosas que, normalmente, aparecem publicadas em livros e revistas e não levam em consideração as características pessoais de cada um. Elas parecem resolver o problema porque realmente fazem a pessoa emagrecer reduzindo os carboidratos e as calorias totais ingeridas. O problema é que isso provoca uma perda concentrada de líquido e proteína muscular, e não de gorduras.


A dieta saudável promove a perda de somente um quilo de gordura, no máximo, por semana. Mais do que isso pode haver fadiga, nervosismo e flacidez muscular. E o pior é que, ao voltar a comer como antes, recupera-se o quilo perdido e ainda se ganham outros. Isso acontece porque, perdendo a massa muscular, o metabolismo se reduz, ou seja, o indivíduo precisa de menos calorias para fazer o organismo funcionar.


O ideal é manter a massa muscular intacta. A dieta isenta de carboidrato e rica em proteína e gordura pode levar a problemas renais, articulares e cardiovasculares.


VAMOS COM TUDO E CONTEM COMIGO !!!

quarta-feira

Lanches Práticos para o seu dia-dia

Todos nós sabemos que uma alimentação saudável representa uma vantagem muito grande aos praticantes de atividade física independente de qual seja o objetivo. Escolher bem os alimentos e realizar pequenas refeições ao dia é à base de uma boa dieta. Comer em três e três horas provoca benefícios como: mantém o metabolismo acelerado, com isso gastamos mais calorias, evita que você acumule vontade de comer e compense isso em uma única refeição, e também não deixa que você exagere muito na comida a noite que é ruim, pois seu corpo ao dormir ele diminui o ritmo e demora mais para fazer a digestão do alimento.

Contudo a vida corrida que grande parte de nós levamos torna cada dia mais difícil manter essa regularidade, fazendo com que a maioria preconize as grandes refeições e deixe de lado os lanches entre elas. Devemos fazer lanches entre o café da manha, almoço e janta, mas lanches saudáveis evitando assim frituras, bolos, biscoitos, salgadinhos, etc.

Pensando nisso resolvi colocar algumas dicas de lanches para vocês matarem a fome de forma saudável, nutritiva e sem exagerar nas calorias:


- Barra de cereal ou proteína: a barrinha é um excelente lanche e um dos mais práticos. Encontradas em diversos sabores ela contém pouca caloria e muita fibra que ajuda na redução do colesterol e no bom funcionamento do intestino. Você pode comer até mais de uma em cada refeição, vai depender do seu objetivo pessoal.

- Iogurte: dê preferência pelo iogurte light que é de baixa caloria e de copinho por ser mais prático e dispensar a colher. - Frutas secas: encontradas no mercado em pacotes de damascos, maçã, passas, etc.


- Frutas: As frutas também são ótimos lanches. Escolha a de sua preferência e a que você acha mais fácil de levar para o seu dia-dia.




- Suco de caixinha: É uma ótima pedida, pois pode ser ingerido em qualquer lugar por já ter um canudinho. É importante lembrar que o suco feito direto da fruta possui mais nutriente e vitamina, de modo que se você puder preparar é mais vantajoso.




- Pacotinho de biscoito salgado: prefira a versão integral ou light, que possuem mais nutrientes e menos calorias. Mas cuidado para não exagerar, um pacote já é o bastante.




Com estas dicas de alimentos saudáveis e práticos vocês não têm desculpa de pular o seu lanche.