Trabalho, estudo, academia, filhos... São tantas coisas para fazer que a preguiça e o cansaço acabam batendo, e tudo o que a gente quer muitas vezes é poder ficar na cama sem fazer nada. Mas aí o dever chama e a cama sempre tem que esperar mais um pouco. Por isso trouxemos aqui algumas dicas muito simples e úteis: as vitaminas que podem ajudar na sua disposição. E o melhor de tudo é que elas são fáceis de encontrar em qualquer supermercado.
Para aumentar a disposição, procure as vitaminas do complexo B e ácido graxo ômega 3. Os especialistas explicam que esses são nutrientes que influenciam diretamente no ânimo, pois participam do desenvolvimento do sistema nervoso e facilitam a ação dos neurotransmissores, como a dopamina e a serotonina.
Onde encontrar?
Os alimentos ricos em vitaminas do complexo B são os cereais, o leite e seus derivados, ovos, verduras de folhas verdes, frutas, carne vermelha, vísceras e levedura de cerveja. Já os ácidos graxos ômega 3 podem ser encontrados nos peixes de água fria, sementes, óleos de linhaça e canola, cereais e vegetais de folhas verdes.
Para potencializar o efeito
A vitamina C e as do Complexo B são hidrossolúveis, ou seja, dissolvem-se na água. Então, para aproveitar ao máximo os benefícios destes alimentos, prefira o cozimento com pouca água ou no vapor. Você pode, também, aproveitar a água do cozimento no preparo de outros pratos. Procure utilizar as verduras em saladas cruas e na forma de sucos. Você pode misturar folhas com frutas de sua preferência, fica uma delícia!
Quanto ingerir?
Cada vitamina tem sua quantidade específica a ser ingerida e pode ser flexível conforme o indivíduo, mas, em geral, 100 g de carne já suprem as necessidades diárias da maioria delas. Com uma alimentação balanceada, ou seja, com a reeducação alimentar, já temos todos os nutrientes indicados.
Não exagere
O segredo de tudo é a moderação. As vitaminas do complexo B não contêm toxicidade, mas há aquelas que, em excesso, podem prejudicar a saúde gradativamente, como a do tipo A, que pode causar dores abdominais, vômitos e diarreia.
A Excellence Esporte e Lazer é uma empresa que promove o bem-estar físico,mental e social em condomínios, empresas e SPA através de atividades físicas para todas as idades e objetivos. Orientadas por profissionais especializados, a Excellence oferece o que há de melhor e mais moderno no mercado Fitness.
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Tel: (21) 7879 4573
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quinta-feira
quarta-feira
Após os 50, mulheres devem fazer uma hora diária de exercícios
Estudo afirma que quem se exercita consegue manter a forma
As mulheres de meia idade e que têm boa saúde devem realizar pelo menos uma hora diária de atividade física para se manter em forma. É o que recomenda um estudo publicado Journal of the American Medical Association (JAMA), nos Estados Unidos, que acompanhou 34.079 norte-americanas durante 15 anos — de 1992 a 2007. Em comum, todas as mulheres escolhidas para participar da pesquisa tinham a idade (54 anos em média) e os hábitos alimentares.
Logo no início do estudo, as mulheres tiveram que comunicar aos pesquisadores as atividades físicas que realizavam e seu peso. Essas informações eram renovadas a cada três anos em média. E a partir dela, os autores do trabalho avaliavam as mudanças ocorridas.
Entre as mulheres que tiveram alimentação normal, a atividade física se associou a um menor aumento de peso ao longo do tempo que durou o estudo. Sobretudo entre as que tinham uma cintura mais fina no início do acompanhamento, assinalou o resultado do estudo, desenvolvido por pesquisadores do Hospital Brigham and Women e da Faculdade de Medicina da Universidade de Harvard em Boston.
Durante os 15 anos de pesquisa, as norte-americanas que participaram da pesquisa engordaram 2,6kg em média. “Houve uma interação importante entre o índice de massa corporal (o IMC equivale ao peso dividido pelo quadrado da altura da pessoa) e o grau de atividade física nas mulheres com um IMC inferior a 25”, enfatiza a conclusão do trabalho. Em compensação, essa relação de causa e efeito não se deu entre os participantes cujo IMC era superior a 25.
No total, 4.540 mulheres (13,3%) do conjunto e cujo IMC era inferior a 25 no início do estudo conseguiram manter um aumento de peso inferior a 2,3kg ao longo de todo o estudo. A duração das atividades físicas de média intensidade durante esse período foi de 21,5 horas por semana, ou seja, cerca de 60 minutos diários.
fonte: Clicrbs.com.br
As mulheres de meia idade e que têm boa saúde devem realizar pelo menos uma hora diária de atividade física para se manter em forma. É o que recomenda um estudo publicado Journal of the American Medical Association (JAMA), nos Estados Unidos, que acompanhou 34.079 norte-americanas durante 15 anos — de 1992 a 2007. Em comum, todas as mulheres escolhidas para participar da pesquisa tinham a idade (54 anos em média) e os hábitos alimentares.
Logo no início do estudo, as mulheres tiveram que comunicar aos pesquisadores as atividades físicas que realizavam e seu peso. Essas informações eram renovadas a cada três anos em média. E a partir dela, os autores do trabalho avaliavam as mudanças ocorridas.
Entre as mulheres que tiveram alimentação normal, a atividade física se associou a um menor aumento de peso ao longo do tempo que durou o estudo. Sobretudo entre as que tinham uma cintura mais fina no início do acompanhamento, assinalou o resultado do estudo, desenvolvido por pesquisadores do Hospital Brigham and Women e da Faculdade de Medicina da Universidade de Harvard em Boston.
Durante os 15 anos de pesquisa, as norte-americanas que participaram da pesquisa engordaram 2,6kg em média. “Houve uma interação importante entre o índice de massa corporal (o IMC equivale ao peso dividido pelo quadrado da altura da pessoa) e o grau de atividade física nas mulheres com um IMC inferior a 25”, enfatiza a conclusão do trabalho. Em compensação, essa relação de causa e efeito não se deu entre os participantes cujo IMC era superior a 25.
No total, 4.540 mulheres (13,3%) do conjunto e cujo IMC era inferior a 25 no início do estudo conseguiram manter um aumento de peso inferior a 2,3kg ao longo de todo o estudo. A duração das atividades físicas de média intensidade durante esse período foi de 21,5 horas por semana, ou seja, cerca de 60 minutos diários.
fonte: Clicrbs.com.br
sexta-feira
Perfil de corpo da mulher brasileira aumentou
Em duas décadas, o corpo da mulher brasileira aumentou em todas as direções: na média, ela tem mais busto, mais quadril, mais cintura, mais altura e, sim, mais peso
Quando se pensa num padrão de beleza nos dias de hoje, pensa-se em Juliana Paes. A atriz fluminense de 31 anos (atualmente grávida de três meses), morena e curvilínea, mede a altura certa (1,70 metro), pesa os quilos desejáveis (57) e registra a centimetragem perfeita (87 de busto, 67 de cintura, 98 de quadril) para se encaixar na preferência nacional. Pois há vinte anos o padrão era bem outro – naquele tempo, Juliana seria enorme. Na virada dos anos 80 para os 90, musa que era musa tinha corpinho de Luciana Vendramini, o que se traduz em tudo menor: Luciana, hoje com 39 anos, lembra que nos seus áureos anos tinha a menos que Juliana exatos 12 quilos, 10 centímetros de altura, 3 de busto, 7 de cintura e 11 de quadril. E ainda se achava acima do ideal: "Quando eu era bailarina, enfaixava o peito para não aparecer no colante. Até pensei em fazer plástica para reduzir um pouco, mas não tive coragem". As duas, ambas lindas, retratam um avanço geral das medidas do corpo das brasileiras nas últimas duas décadas: pesquisa do Instituto Gesser & Gesser, de Santa Catarina, especializado em estudos antropométricos, feita inicialmente com 28 000 mulheres de todas as capitais e repetida a cada seis anos com 10% desse total, aponta que de 1982 a 2006 a brasileira adulta ganhou, em média, 3 centímetros de altura, 4 de busto, 9 de cintura, 4 de quadril e 6 quilos.
Quem trabalha no ramo de cobrir (agora, com mais tecido) o corpo feminino tem acompanhado de perto a ampliação. "Quando pego um modelo de biquíni antigo no nosso acervo, fico surpresa. Como aquilo servia em alguém?", pergunta Suede Batista Silva, há mais de vinte anos modelista da linha praia da marca Rosa Chá. "O que mais mudou foi o sutiã do biquíni: o P de hoje é o M antigo", acrescenta. A constatação se repete na linha de lingeries da Valisère. "Começamos a receber comentários de que os sutiãs estavam apertando nas costas e, há três anos, resolvemos aumentá-los em um centímetro. O mesmo foi feito com as calcinhas, por um aumento sutil do quadril", confirma Michele Liu, gerente de marketing da empresa. Nos 24 anos que a pesquisa cobre, o busto médio passou de 90 para 94 centímetros, o quadril, de 98 para 102 centímetros, e a cintura, de 69 para surpreendentes 78 centímetros. "Sempre trabalhamos com uma tabela padrão de tamanhos de cinto, mas nos últimos anos recebemos tantos pedidos de aumento no comprimento que parte da produção ganhou cinco centímetros a mais", diz Claudete Syhva, da área de pesquisa e desenvolvimento da Arezzo. Neste caso, o alargamento se explica, em parte, pela cintura menos fina, e em parte pelo reposicionamento dela: nas roupas, foi ficando cada vez mais baixa.
"O aumento de medidas é consequência do aumento de peso da população, especialmente no caso da cintura, que é onde a mulher tende a acumular mais gordura", explica João Carlos Bouzas Marins, professor de educação física e fisiologia do exercício da Universidade Federal de Viçosa (UFV). "Temos dois componentes para explicar o crescimento: uma redução da atividade física e um aumento da ingestão calórica. Mas eu acredito que seja muito mais uma questão do aumento da oferta de alimentos muito ricos em energia", analisa o professor Luiz Antonio dos Anjos, coordenador do laboratório de avaliação nutricional e funcional da Universidade Federal Fluminense. Nem tudo, porém, é questão de comer mais e se exercitar menos. No caso da expansão mamária, o maior responsável é o silicone. "Por muitos anos, a segunda cirurgia plástica realizada com mais frequência no Brasil, depois da lipoaspiração, foi a de mama – muito mais para reduzir do que para aumentar. Agora, isso mudou: o primeiro lugar entre todas as cirurgias plásticas passou a ser a de colocação de próteses", relata o mastologista e cirurgião plástico João Carlos Sampaio Góes. Segundo dados da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, das 629 000 cirurgias plásticas realizadas em 2008, 151 000 foram de mama, das quais 74% para colocação de próteses de silicone. "Há vinte anos, 20% das plásticas de mama que eu fazia eram para colocação de prótese. Hoje, são 80%. Naquela época, só colocava prótese quem precisava de uma reconstrução ou tinha uma necessidade imperativa. As indicações eram extremas. Agora são muito mais elásticas, até porque a técnica está muito mais desenvolvida", diz Sampaio Góes. Também o tamanho das próteses se ampliou, dos 180 mililitros comuns há dez anos, para cerca de 280 hoje, um desenvolvimento que enche os olhos de todos na praia, na casa do Big Brother Brasil e, sobretudo, no Carnaval. "Aumentaram o volume da coxa, do bumbum, do peito, da panturrilha. Temos mais espaço para trabalhar", comemora Carlos Barzellai, estilista responsável por muitas das elaboradas fantasias das madrinhas de bateria na Sapucaí.
fonte: Veja
Quando se pensa num padrão de beleza nos dias de hoje, pensa-se em Juliana Paes. A atriz fluminense de 31 anos (atualmente grávida de três meses), morena e curvilínea, mede a altura certa (1,70 metro), pesa os quilos desejáveis (57) e registra a centimetragem perfeita (87 de busto, 67 de cintura, 98 de quadril) para se encaixar na preferência nacional. Pois há vinte anos o padrão era bem outro – naquele tempo, Juliana seria enorme. Na virada dos anos 80 para os 90, musa que era musa tinha corpinho de Luciana Vendramini, o que se traduz em tudo menor: Luciana, hoje com 39 anos, lembra que nos seus áureos anos tinha a menos que Juliana exatos 12 quilos, 10 centímetros de altura, 3 de busto, 7 de cintura e 11 de quadril. E ainda se achava acima do ideal: "Quando eu era bailarina, enfaixava o peito para não aparecer no colante. Até pensei em fazer plástica para reduzir um pouco, mas não tive coragem". As duas, ambas lindas, retratam um avanço geral das medidas do corpo das brasileiras nas últimas duas décadas: pesquisa do Instituto Gesser & Gesser, de Santa Catarina, especializado em estudos antropométricos, feita inicialmente com 28 000 mulheres de todas as capitais e repetida a cada seis anos com 10% desse total, aponta que de 1982 a 2006 a brasileira adulta ganhou, em média, 3 centímetros de altura, 4 de busto, 9 de cintura, 4 de quadril e 6 quilos.
Quem trabalha no ramo de cobrir (agora, com mais tecido) o corpo feminino tem acompanhado de perto a ampliação. "Quando pego um modelo de biquíni antigo no nosso acervo, fico surpresa. Como aquilo servia em alguém?", pergunta Suede Batista Silva, há mais de vinte anos modelista da linha praia da marca Rosa Chá. "O que mais mudou foi o sutiã do biquíni: o P de hoje é o M antigo", acrescenta. A constatação se repete na linha de lingeries da Valisère. "Começamos a receber comentários de que os sutiãs estavam apertando nas costas e, há três anos, resolvemos aumentá-los em um centímetro. O mesmo foi feito com as calcinhas, por um aumento sutil do quadril", confirma Michele Liu, gerente de marketing da empresa. Nos 24 anos que a pesquisa cobre, o busto médio passou de 90 para 94 centímetros, o quadril, de 98 para 102 centímetros, e a cintura, de 69 para surpreendentes 78 centímetros. "Sempre trabalhamos com uma tabela padrão de tamanhos de cinto, mas nos últimos anos recebemos tantos pedidos de aumento no comprimento que parte da produção ganhou cinco centímetros a mais", diz Claudete Syhva, da área de pesquisa e desenvolvimento da Arezzo. Neste caso, o alargamento se explica, em parte, pela cintura menos fina, e em parte pelo reposicionamento dela: nas roupas, foi ficando cada vez mais baixa.
"O aumento de medidas é consequência do aumento de peso da população, especialmente no caso da cintura, que é onde a mulher tende a acumular mais gordura", explica João Carlos Bouzas Marins, professor de educação física e fisiologia do exercício da Universidade Federal de Viçosa (UFV). "Temos dois componentes para explicar o crescimento: uma redução da atividade física e um aumento da ingestão calórica. Mas eu acredito que seja muito mais uma questão do aumento da oferta de alimentos muito ricos em energia", analisa o professor Luiz Antonio dos Anjos, coordenador do laboratório de avaliação nutricional e funcional da Universidade Federal Fluminense. Nem tudo, porém, é questão de comer mais e se exercitar menos. No caso da expansão mamária, o maior responsável é o silicone. "Por muitos anos, a segunda cirurgia plástica realizada com mais frequência no Brasil, depois da lipoaspiração, foi a de mama – muito mais para reduzir do que para aumentar. Agora, isso mudou: o primeiro lugar entre todas as cirurgias plásticas passou a ser a de colocação de próteses", relata o mastologista e cirurgião plástico João Carlos Sampaio Góes. Segundo dados da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, das 629 000 cirurgias plásticas realizadas em 2008, 151 000 foram de mama, das quais 74% para colocação de próteses de silicone. "Há vinte anos, 20% das plásticas de mama que eu fazia eram para colocação de prótese. Hoje, são 80%. Naquela época, só colocava prótese quem precisava de uma reconstrução ou tinha uma necessidade imperativa. As indicações eram extremas. Agora são muito mais elásticas, até porque a técnica está muito mais desenvolvida", diz Sampaio Góes. Também o tamanho das próteses se ampliou, dos 180 mililitros comuns há dez anos, para cerca de 280 hoje, um desenvolvimento que enche os olhos de todos na praia, na casa do Big Brother Brasil e, sobretudo, no Carnaval. "Aumentaram o volume da coxa, do bumbum, do peito, da panturrilha. Temos mais espaço para trabalhar", comemora Carlos Barzellai, estilista responsável por muitas das elaboradas fantasias das madrinhas de bateria na Sapucaí.
fonte: Veja
quarta-feira
Mulheres obesas engravidam mais sem desejar
Mulheres obesas usam menos métodos contraceptivos, dão menor importância à sexualidade e usam mais a internet que as outras para encontrar seus parceiros.
Os dados são da primeira grande pesquisa a investigar o impacto do peso extra na atividade e na saúde sexual, em especial das mulheres.
Para o estudo, publicado no "British Medical Journal", foram ouvidos mais de 12 mil moradores da França, com idades entre 18 e 69 anos.
Os entrevistados foram divididos em três grupos: com peso normal (índice de massa corporal entre 18,5 e 25), sobrepeso (entre 25 e 30) e obesos (acima de 30).
Os resultados mostraram também uma relação inversa entre peso e número de parceiros, nos dois gêneros.
Entre as obesas, 17,8% acharam seu par pela internet; para os homens acima do peso, a taxa foi de 14%.
"Os achados apontam para uma baixa autoestima e falta de cuidado. Obesos se previnem menos (de gravidez e doenças sexualmente transmissíveis), talvez pela dificuldade de impor isso ao parceiro, com medo de ser rejeitado", diz Claudia Cozer, diretora da Abeso (Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica).
Entre as obesas, a taxa de gravidez não planejada chega a ser quatro vezes mais alta. Segundo a médica, muitas acham que não vão engravidar porque têm ciclos menstruais irregulares e passam meses sem menstruar.
"Elas não mantêm regularmente um método contraceptivo por desinformação, medo de tomar pílula e engordar mais ou pequeno número de parceiros", afirma.
CONVERSA DE MÉDICO
A especialista em medicina psicossexual Sandy Goldbeck-Wood, em um artigo publicado junto com a pesquisa, afirma que é complicado para os médicos discutir assuntos relacionados a sexo e sobrepeso com os pacientes e defende que eles se preparem para isso.
Para Nilson Roberto de Melo, presidente da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia, boa parte dos médicos evita o assunto se não é questionada -um problema para as menos escolarizadas, que desconhecem as consequências negativas da obesidade.
"Quando a mulher está acima do peso, deve ser avisada de que pode ter ciclos irregulares", diz.
Os dados são da primeira grande pesquisa a investigar o impacto do peso extra na atividade e na saúde sexual, em especial das mulheres.
Para o estudo, publicado no "British Medical Journal", foram ouvidos mais de 12 mil moradores da França, com idades entre 18 e 69 anos.
Os entrevistados foram divididos em três grupos: com peso normal (índice de massa corporal entre 18,5 e 25), sobrepeso (entre 25 e 30) e obesos (acima de 30).
Os resultados mostraram também uma relação inversa entre peso e número de parceiros, nos dois gêneros.
Entre as obesas, 17,8% acharam seu par pela internet; para os homens acima do peso, a taxa foi de 14%.
"Os achados apontam para uma baixa autoestima e falta de cuidado. Obesos se previnem menos (de gravidez e doenças sexualmente transmissíveis), talvez pela dificuldade de impor isso ao parceiro, com medo de ser rejeitado", diz Claudia Cozer, diretora da Abeso (Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica).
Entre as obesas, a taxa de gravidez não planejada chega a ser quatro vezes mais alta. Segundo a médica, muitas acham que não vão engravidar porque têm ciclos menstruais irregulares e passam meses sem menstruar.
"Elas não mantêm regularmente um método contraceptivo por desinformação, medo de tomar pílula e engordar mais ou pequeno número de parceiros", afirma.
CONVERSA DE MÉDICO
A especialista em medicina psicossexual Sandy Goldbeck-Wood, em um artigo publicado junto com a pesquisa, afirma que é complicado para os médicos discutir assuntos relacionados a sexo e sobrepeso com os pacientes e defende que eles se preparem para isso.
Para Nilson Roberto de Melo, presidente da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia, boa parte dos médicos evita o assunto se não é questionada -um problema para as menos escolarizadas, que desconhecem as consequências negativas da obesidade.
"Quando a mulher está acima do peso, deve ser avisada de que pode ter ciclos irregulares", diz.
Companhia de amigas ajuda mulheres a perder peso
As mulheres costumam estar sempre com as amigas, seja para fazer compras, ir ao banheiro retocar a maquiagem (e fofocar), passear. Pois esse costume pode ajudar até a perder mais peso, de acordo com uma pesquisa do Reino Unido. Segundo o estudo, é mais fácil emagrecer se amigas fazem dieta e praticam exercícios juntas.
O levantamento, encomendado pela companhia de seguro de carro especializada em mulheres, a Diamond, contou com 3 mil entrevistadas. Em média, pessoas do sexo feminino perdem mais de 3,5 kg quando têm amigas dispostas a comer de forma saudável e a colocar o corpo em ação ao mesmo tempo, como informou o jornal Daily Mail. Enquanto isso, um quinto das que optam por fazer as pazes com a balança não alcança o objetivo.
Encontrar energia necessária para suar a camisa desacompanhada foi considerado quase impossível por 61% das voluntárias, que gostam de correr ou nadar com uma colega e admitiram que assim se esforçam mais. Mais da metade das mulheres disseram que tentar eliminar quilos a mais em conjunto melhorou o relacionamento de amizade, pois além de malhar, elas falam sem parar durante as atividades físicas.
A companhia também incentiva outros hábitos em um terço das pesquisadas: a compra de equipamentos de exercícios para treinar e usar sempre maquiagem durante o exercício.
fonte: portal terra
O levantamento, encomendado pela companhia de seguro de carro especializada em mulheres, a Diamond, contou com 3 mil entrevistadas. Em média, pessoas do sexo feminino perdem mais de 3,5 kg quando têm amigas dispostas a comer de forma saudável e a colocar o corpo em ação ao mesmo tempo, como informou o jornal Daily Mail. Enquanto isso, um quinto das que optam por fazer as pazes com a balança não alcança o objetivo.
Encontrar energia necessária para suar a camisa desacompanhada foi considerado quase impossível por 61% das voluntárias, que gostam de correr ou nadar com uma colega e admitiram que assim se esforçam mais. Mais da metade das mulheres disseram que tentar eliminar quilos a mais em conjunto melhorou o relacionamento de amizade, pois além de malhar, elas falam sem parar durante as atividades físicas.
A companhia também incentiva outros hábitos em um terço das pesquisadas: a compra de equipamentos de exercícios para treinar e usar sempre maquiagem durante o exercício.
fonte: portal terra
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